sábado, 16 de janeiro de 2016

Sinas e Evidências por Charles H. Spurgeon


João 20:17

“E logo disse a Tomé: Põe aqui o teu dedo e vê as minhas mãos, chega também a tua mão e põe-na no meu lado; não sejas incrédulo, mas crente” (João 20:17)
Tomé pôs o seu Senhor à prova, e assim provou a Sua paciência.
O Senhor aceitou a prova, e assim provou a Sua condescendência.
Possivelmente, alguns dentre nós desejariam provas de tipo assim.

1. NÃO DESEJES SINAL ALGUM
1. É desonroso para teu Senhor.
2. É prejudicial para nós mesmos. A fé que demanda tais prova deve ser fraca; e nessa fraqueza reside um incalculável dano.
3. É perigoso. Facilmente podemos ser desviados para a infelicidade ou para a superstição, se dermos guarida a esse desejo de obter sinais.

Imaginemos em que poderia ter-se transformado Tomé, sob a influência de sua descrença, se seu Senhor não houvesse interferido.


2. VOLTA-TE, PORÉM, PARA AS FERIDAS DE CRISTO

1. Os selos de Sua morte. Ele morreu real e verdadeiramente. Como poderia Ele sobreviver àquela ferida em Seu lado?
2. Identificação de Sua pessoa, com realmente ressurrecta.
3. Os sinais de Seu amor. Ele nos gravou nas palmas de Suas mãos.
4. As insígnias de Seu conflito, das quais Ele não se envergonha, pois exibe as mesmas.
5. Os memoriais de Sua paixão, pelos quais Ele se manifesta na glória como o Cordeiro que foi morto (Apocalipse 5:6).


Conte-se a um habitante de clima quente que, em certa época do ano, a água que ele só tem visto em estado líquido se torna sólida e bastante dura para caminhar-se por cima dela - e isso lhe parecerá inacreditável: nunca viu tal coisa, e, raciocinando a partir do que sabe, julga tal coisa incrível. Se Tomé tivesse julgado constantemente de acordo com a regra que professava, quão pouco poderia ele ter crido!

Crer apenas naquilo que podemos compreender, ou reduzir a algumas de nossas formas de conhecimento, não é, absolutamente, honrar a autoridade de Deus; sim, é uma crítica que fazemos à Sua sabedoria e veracidade: à Sua sabedoria - como se Ele não pudesse dizer-nos mais do que sabemos; e à Sua veracidade - como se Ele merecesse confiança se pudesse fazê-lo. - William Jay

Nota sobre o autor:
 Charles Haddon Spurgeon (1834-1892) - Pastor batista calvinista, considerado por muitos como o maior pregador de todos os tempos, após o apóstolo Paulo. O segredo do êxito de Spurgeon estava no fato dele ser um homem dotado de uma poderosa voz, um domínio extraordinário da linguagem simples e gráfica e um grande intelecto. Poder, fervor e paixão ao seu chamado, têm feito de seus sermões algo único, sempre saturados de entrega cristã. Porém, o ingrediente mais importante do êxito de Spurgeon foi seu profundo entendimento de Seu Senhor e Salvador, e sua confiança absoluta em Sua grande graça e amor. A influência dos sermões impressos de Spurgeon foram tão grandes como a da sua pregação. Não é, portanto, sem motivos que recebeu o título, quando ainda jovem, de “O Príncipe dos Pregadores”.


fonte: www.monergismo.com
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